quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Antes de servir

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“Bem como filho do homem não
Veio para ser servido, mas para
servir.” – Jesus.
(Mateus, 20:28.)
m companhia do espírito de serviço, estaremos sempre bem guardados. A criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta.
                         Dos reinos inferiores às mais altas esferas, todas as coisas servem a seu tempo.
                         A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, prepondera nos mais humildes elementos, nos variados setores da Natureza.
                         Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos. Há pedras que contribuem na construção do lar; outras existem calçando os caminhos.
                         O Pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de ordem, para ensinar à criatura a arte de servir. Se lhe foi doado a pólvora destinada à libertação da energia e se a pólvora permanece utilizada por instrumento de morte aos semelhantes, isto ocorre por conta do usufrutuário da moradia terrestre, porque o Supremo Senhor em tudo sugere a pratica do bem, objetivando a elevação e o enriquecimento de todos os valores do Patrimônio Universal.
                         Não olvidemos que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de servir santamente.
                         Podes começar hoje mesmo.
                         Uma enxada ou uma caçarola constituem excelentes pontos de inicio. Se te encontras enfermo, de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar mesmo assim, servindo na edificação moral de teus irmãos.
                        
                              
                        
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 4. Pg. 23. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)

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