quarta-feira, 19 de junho de 2019

“coisas passageiras”




VALDIR PALMERIM FERREIRA







“coisas passageiras”




                                                              






Macapá
Amapá – Amazônia – Brasil
2012


Reservado todos os direitos autorais copyright [c] by Valdir Palmerim Ferreira


Capa:
Holcimar Palmerim






E vedada à reprodução total ou parcial desta obra sem a prévia autorização do autor.
Direito desta edição
Valdir Palmerim Ferreira
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 Macapá
Amapá – Amazônia – Brasil
2012




Prezado leitor.




             Os escritos que lhes apresento, são momentos que vivi, mas também escrevi com fontes vastas oriundas das viagens que fiz pelo mundo, em conversas entre amigos. Em fim, escritos que gosto de chamar apenas de “Coisas Passageiras”.
            A luz da literatura não me atrevo a chamar de uma grande obra literária, simplesmente são palavras que coloquei no papel para transmitir algumas emoções.
            Não me julgo um poeta, não sou poeta, não tenho pretensões de o ser. O que sei que as palavras é que me perseguem e me torturam.
Por isso eu digo que sou apenas um no meio de tantos tentando fazer um pouco do muito que acho que deverei fazer.
Se as palavras são os correios que transmitem os sentimentos que afloram na vida de uma pessoa, por certo sempre caberá no seu escaninho consolidado no seu coração, um cantinho solido e suave, onde você guardará os sentimento que tens pelo teu próximo.
Assim como a chuva, o sol, o dia e noite são fortuna do poderoso a nos blindar, vejo que as letras são a fortuna que temos a conquistar, para tanto, devemos construir uma biblioteca onde e quando precisarmos fazer uma pesquisa, não tenhamos dificuldade para encontrar as tais palavras, onde todas elas tenham um conjugar de Tato, de Luz, de compreensão, tanto quanto a certeza de que o conhecimento não seja apenas um mero conhecer, mas um caminho longo a ser percorrido.  
            Por tanto caro leito, essas letras são parte de uma biblioteca que construir no longo caminho por onde andei.
Do amigo
Valdir palmeirim Ferreira






Valdir Palmerim Ferreira
Autor
Para Isabel Camelo Palmerim



               Minha mãe
                        A quem a vida regou de amor,
Paciência e perseverança.

















   Hasta la victoria siempre  
                                             Meus filhos:
Tatiane Palmerim                      
 Adrian Palmerim
                              Gabriel Palmerim
Meu amor eterno para vocês.











domingo, 22 de janeiro de 2017

Quintal da Mamãe!

Eu também gosto.

No telhado da vinha

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Ergamo-nos

13


“Levantar-me-ei e irei ter com meu pai...
(Lucas, 15: 18.)


        Quando o filho pródigo deliberou tornar aos braços paternos, resolveu intimamente levantar-se.]   
    Sair da cova escura da ociosidade para o campo da ação regeneradora.
    Erguer-se do chão frio da inércia para o calor do movimento reconstrutivo.
    Elevar-se do vale da indecisão para a montanha do serviço edificante.
    Fugir à treva e penetrar a luz.
    Ausentar-se da posição negativa e absorver-se na reestruturação dos próprios ideais.
    Levantou-se e partiu no rumo do Lar Paterno.
    Quantos de nós, porém, filhos pródigos da Vida, depois de estragarmos as mais valiosas oportunidades, clamamos pela assistência do Senhor, de acordo com os nossos desejos menos dignos, para que sejamos satisfeitos? Quantos de nós descemos, voluntariamente, ao abismo, e, lá dentro, atolados na sombria corrente de nossas paixões, exigimos que o Todo-Misericordioso se faça presente, ao nosso lado, através de seus divinos mensageiros, a fim de que os nossos caprichos sejam atendidos?
    Se é verdade, no entanto, que nos achamos empenhados em nosso soerguimento, coloquemo-nos de pé e retiremo-nos da retaguarda que desejamos abandonar.
    Aperfeiçoamento pede esforço.
    Panorama dos cimos pede ascensão.
    Se aspiramos ao clima da Vida superior, adiantemo-nos para frente, caminhando com os padrões de Jesus.
    - Levantar-me-ei, disse o moço da parábola.
    - Levantemo-nos, repitamos nós.



Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Cândido Xavier. – 36. ed. – 14. Pg. 43. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Estações necessárias



13


“Arrependei-vos, pois e convertei-vos,
Para que sejam apagados os
Vossos pecados e venham assim os
Tempos de refrigério pela presença
 do Senhor.”
(Atos, 3:19)

O  s crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas precedências convencionais e que apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros Divinos.
            A maioria dos católicos romanos pretende a  isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espíritas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver frequentado algumas sessões.
            Tudo isso constitui preparação valiosa, mas não é tudo.
            Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário da Verdade Divina.
            A palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o Cristo. Há estações indispensáveis para a realização, porquanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância.
            Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí chegado, habilitar-se-á para a construção do Reino Divino em si mesmo.
            Se, realmente, já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deveres levar a efeito para demanda a seguinte.
                       
           
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Cândido Xavier. – 29. ed. – 13. Pg. 41. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Pensaste nisso?

12

“Sabendo que brevemente hei de deixar
Este meu tabernáculo segundo o
que também nosso senhor Jesus
-Cristo já me tem revelado.”
(II Pedro, 1:14.)
        
          Se muitas vezes grandes vozes do Cristianismo se referiram a supostos crimes da carne, é necessário mencionar as fraquezas “eu”, as inferioridades do próprio espírito, sem concentrar falsas acusações ao corpo, como se este representasse o papel de verdugo implacável, separando as alma, que lhe seria, então, prisioneira e vitima.
    Reparamos que Pedro denominava o organismo, como sendo o seu tabernáculo.
    O corpo humano é um conjunto de células aglutinadas ou de fluidos terrestres que se reúnem, sob as leis planetárias, oferecendo ao Espírito a santa oportunidade de aprender, valorizar, reformar e engrandecer a vida.
    Frequentemente o homem, qual operário ocioso ou perverso, imputa ao instrumento útil as más qualidades de que se acha acometido. O corpo é concessão da Misericórdia Divina para que a alma se prepare ante o glorioso porvir.
    Longe da indébita acusação à carne, reflitamos nos milênios despendidos na formação desse tabernáculo sagrado no campo evolutivo.
    Já pensaste que és um Espírito imortal, dispondo, na Terra, por algum tempo, de valiosas potencias concedidas por Deus às tuas exigências de trabalho?
    Tais potências formam-te o corpo.
    Que fazes de teus pés, de tuas mãos, te teus olhos, de teu cérebro? Sabes que esses poderes te foram confiados para honrar o senhor iluminando a ti mesmo? Medita nestas interrogações e santifica teu corpo, nele encontrando o templo divino.
   
       
   
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 12. Pg. 39. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Impedimentos

12

“Pondo de lado todo o impedimento...
Corramos com perseverança a carreira
que nos está proposta.” – Paulo.
(Hebreus, 12:1.)

     Por onde transites, na Terra, transportando o vaso de tua fé a derramar-se em boas obras, encontrarás sempre impedimentos a granel. Dificultando-te a ação.
    Hoje, é o fracasso nas tentativas iniciais de progresso.
    Amanhã, é o companheiro que falha.
    Depois, é a perseguição descaridosa ao teu ideal.
    Afligir-te-ás com fel de muitos lábios que te merecem apreço.
    Sofrerás, de quanto em quanto, a incompreensão dos outros.
    Periodicamente encontrarás na vanguarda obstáculos mil, induzindo-te à inércia ou à negação.
    A carreira que nos está proposta, no entanto, deve desdobrar-se no roteiro do bem incessante...
    Que fazer com as pessoas e circunstâncias que nos compelem ao retardamento e à imobilidade?
    O apóstolo dos gentios responde, categórico:
     “Pondo de lado todo o impedimento.”
    Colocar a dificuldade à margem, porém, não é desprezar as opiniões alheias quanto respeitáveis ou fugir à luta vulgar. É respeitar cada individualidade, na posição que lhe é própria, é partilhar o ângulo mais nobre do bom combate, com a nossa melhor colaboração pelo aperfeiçoamento geral. E, por dentro, na intimidade do coração, prosseguir com Jesus, hoje, amanhã e sempre, agindo e servindo, aprendendo e amando, até que a luz divina brilhe em nossa consciência, tanto quanto inconscientemente já nos achamos dentro dela.



Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 12. Pg. 39. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O bem incansável



11

“E vós, irmãos, não vos canseis de
Fazer o bem.” – Paulo.
(II Tessalonicenses, 3:13.)

É    
 Muito comum encontrarmos pessoas que se declaram cansadas de praticar o bem. estejamos, contudo convictos de que semelhantes alegações não procedem de fonte pura.
       Somente aqueles que visam determinadas vantagens aos interesses particulares, na zona do imediatismo, adquirem o tédio vizinho da desesperação, quando não podem atender a propósitos egoísticos.
                         É indispensável muita prudência quando essa ou aquela circunstância nos induz a refletir nos males que nos assaltam, depois do bem que julgamos haver semeado ou nutrido.
                         O aprendiz sincero não ignora que Jesus exerceu o seu ministério de amor sem exaurir-se, desde o principio da organização planetária. Relativamente aos nossos casos pessoais, muita vez terá o Mestre sentido o espinho de nossa ingratidão, identificando-nos o recuo aos trabalhos da nossa própria iluminação; todavia, nem mesmo verificando-nos os desvios voluntários e criminosos , jamais se esgotou a paciência do Cristo que nos corrige, amando, e tolera, edificando, abrindo-nos misericordiosos braços para a atividade renovadora.
                         Se Ele nos tem suportado e esperado através de tantos séculos, por que não poderemos experimentar de animo firme algumas pequenas decepções durante alguns dias?
                         Observação de Paulo aos Tessalonicenses, portanto, é muito justa. Se nos entediarmos na pratica do bem, semelhante desastre expressará em verdade que ainda nos foi possível a emersão do mal de nós mesmos.
                        
                              
                        
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 11. Pg. 37. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2