quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Estações necessárias



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“Arrependei-vos, pois e convertei-vos,
Para que sejam apagados os
Vossos pecados e venham assim os
Tempos de refrigério pela presença
 do Senhor.”
(Atos, 3:19)

O  s crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas precedências convencionais e que apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros Divinos.
            A maioria dos católicos romanos pretende a  isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espíritas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver frequentado algumas sessões.
            Tudo isso constitui preparação valiosa, mas não é tudo.
            Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário da Verdade Divina.
            A palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o Cristo. Há estações indispensáveis para a realização, porquanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância.
            Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí chegado, habilitar-se-á para a construção do Reino Divino em si mesmo.
            Se, realmente, já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deveres levar a efeito para demanda a seguinte.
                       
           
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Cândido Xavier. – 29. ed. – 13. Pg. 41. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)

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