12
“Sabendo que brevemente hei de deixar
Este meu tabernáculo segundo o
que também nosso senhor Jesus
-Cristo já me tem revelado.”
(II Pedro, 1:14.)
Se muitas vezes grandes vozes do Cristianismo se referiram a supostos crimes da carne, é necessário mencionar as fraquezas “eu”, as inferioridades do próprio espírito, sem concentrar falsas acusações ao corpo, como se este representasse o papel de verdugo implacável, separando as alma, que lhe seria, então, prisioneira e vitima.
Reparamos que Pedro denominava o organismo, como sendo o seu tabernáculo.
O corpo humano é um conjunto de células aglutinadas ou de fluidos terrestres que se reúnem, sob as leis planetárias, oferecendo ao Espírito a santa oportunidade de aprender, valorizar, reformar e engrandecer a vida.
Frequentemente o homem, qual operário ocioso ou perverso, imputa ao instrumento útil as más qualidades de que se acha acometido. O corpo é concessão da Misericórdia Divina para que a alma se prepare ante o glorioso porvir.
Longe da indébita acusação à carne, reflitamos nos milênios despendidos na formação desse tabernáculo sagrado no campo evolutivo.
Já pensaste que és um Espírito imortal, dispondo, na Terra, por algum tempo, de valiosas potencias concedidas por Deus às tuas exigências de trabalho?
Tais potências formam-te o corpo.
Que fazes de teus pés, de tuas mãos, te teus olhos, de teu cérebro? Sabes que esses poderes te foram confiados para honrar o senhor iluminando a ti mesmo? Medita nestas interrogações e santifica teu corpo, nele encontrando o templo divino.
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 12. Pg. 39. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Impedimentos
12“Pondo de lado todo o impedimento...
Corramos com perseverança a carreira
que nos está proposta.” – Paulo.
(Hebreus, 12:1.)
Por onde transites, na Terra, transportando o vaso de tua fé a derramar-se em boas obras, encontrarás sempre impedimentos a granel. Dificultando-te a ação.
Hoje, é o fracasso nas tentativas iniciais de progresso.
Amanhã, é o companheiro que falha.
Depois, é a perseguição descaridosa ao teu ideal.
Afligir-te-ás com fel de muitos lábios que te merecem apreço.
Sofrerás, de quanto em quanto, a incompreensão dos outros.
Periodicamente encontrarás na vanguarda obstáculos mil, induzindo-te à inércia ou à negação.
A carreira que nos está proposta, no entanto, deve desdobrar-se no roteiro do bem incessante...
Que fazer com as pessoas e circunstâncias que nos compelem ao retardamento e à imobilidade?
O apóstolo dos gentios responde, categórico:
“Pondo de lado todo o impedimento.”
Colocar a dificuldade à margem, porém, não é desprezar as opiniões alheias quanto respeitáveis ou fugir à luta vulgar. É respeitar cada individualidade, na posição que lhe é própria, é partilhar o ângulo mais nobre do bom combate, com a nossa melhor colaboração pelo aperfeiçoamento geral. E, por dentro, na intimidade do coração, prosseguir com Jesus, hoje, amanhã e sempre, agindo e servindo, aprendendo e amando, até que a luz divina brilhe em nossa consciência, tanto quanto inconscientemente já nos achamos dentro dela.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 12. Pg. 39. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
O bem incansável
“E vós, irmãos, não vos canseis de
Fazer o bem.” – Paulo.
(II Tessalonicenses,
3:13.)
É
|
Muito comum encontrarmos pessoas que se
declaram cansadas de praticar o bem. estejamos, contudo convictos de que
semelhantes alegações não procedem de fonte pura.
Somente aqueles que
visam determinadas vantagens aos interesses particulares, na zona do
imediatismo, adquirem o tédio vizinho da desesperação, quando não podem atender
a propósitos egoísticos.
É indispensável muita
prudência quando essa ou aquela circunstância nos induz a refletir nos males
que nos assaltam, depois do bem que julgamos haver semeado ou nutrido.
O aprendiz sincero não
ignora que Jesus exerceu o seu ministério de amor sem exaurir-se, desde o
principio da organização planetária. Relativamente aos nossos casos pessoais,
muita vez terá o Mestre sentido o espinho de nossa ingratidão,
identificando-nos o recuo aos trabalhos da nossa própria iluminação; todavia,
nem mesmo verificando-nos os desvios voluntários e criminosos , jamais se
esgotou a paciência do Cristo que nos corrige, amando, e tolera, edificando,
abrindo-nos misericordiosos braços para a atividade renovadora.
Se Ele nos tem
suportado e esperado através de tantos séculos, por que não poderemos
experimentar de animo firme algumas pequenas decepções durante alguns dias?
Observação de Paulo aos Tessalonicenses, portanto, é muito justa. Se nos entediarmos na pratica do bem,
semelhante desastre expressará em verdade que ainda nos foi possível a emersão
do mal de nós mesmos.
Mensagem extraída do
Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado
por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 11. Pg. 37. 4ª reimpressão – Rio de
Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Glorifiquemos
11
“Ora, a nosso Deus e Pai seja dada
Glória para todo o sempre.”
– Paulo.
(Filipenses,4:20.)
Quando o vaso se retirou da cerâmica, dizia sem palavras:
- Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez.
Quando o arado se ausentou da forja, afirmava em silencio:
- Bendito seja o malho que me deu forma.
Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava, sem voz:
- Bendita seja a lamina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza.
Quando a seda luziu, formosa, no templo, asseverava no íntimo:
- Bendito seja a feia lagarta que me deu vida.
Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu, apressada:
- Bendita a terra escura que me encheu de perfume.
Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou, feliz:
- Bendito seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio.
Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na cassa de Deus.
Agradeçamos a tempestade que remova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.
A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na Terra.
Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja nosso Pai glorificado para sempre.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 11. Pg. 38. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
“Ora, a nosso Deus e Pai seja dada
Glória para todo o sempre.”
– Paulo.
(Filipenses,4:20.)
Quando o vaso se retirou da cerâmica, dizia sem palavras:
- Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez.
Quando o arado se ausentou da forja, afirmava em silencio:
- Bendito seja o malho que me deu forma.
Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava, sem voz:
- Bendita seja a lamina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza.
Quando a seda luziu, formosa, no templo, asseverava no íntimo:
- Bendito seja a feia lagarta que me deu vida.
Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu, apressada:
- Bendita a terra escura que me encheu de perfume.
Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou, feliz:
- Bendito seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio.
Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na cassa de Deus.
Agradeçamos a tempestade que remova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.
A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na Terra.
Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja nosso Pai glorificado para sempre.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 11. Pg. 38. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Certamente
10
“Certamente cedo venho.”
(Apocalipse,2 2: 20.)
Quase sempre, enquanto a criatura humana respira na carne jovem, a atitude eu lhe caracteriza o coração para com a vida é a de uma criança que desconhece o valor do tempo.
Dias e noites são curtos para a internação em alegorias e aventuras fantasiosas. Engodos mil da ilusão efêmeras lhe obscurecem o olhar e as horas se esvaem num turbilhão de anseios inúteis.
Raras pessoas escapam de semelhante perda. Geralmente, contudo, quando a maturidade aparece e a alma já possui relativo grau de educação, o homem reajusta, apressado, a conceituação do dia.
A semana é reduzida para o que lhe cabe fazer.
Compreende que os mesmos serviços, na posição em que se encontra, se repetem a determinados meses do ano, perfeitamente recapitulados, qual ocorre às estações de frio e calor, floração e frutescência para a Natureza.
Agita-se, inquieta-se, desdobra-se, no afã de multiplicar as suas forças para enriquecer os minutos ou amplia-los, favorecendo as próprias energias.
E, comumente, ao termo da romagem, a morte do corpo surpreende-o nos ângulos da expectativa ou de entretenimento, sem que lhe seja dado recuperar os anos perdidos.
Não te embrenhes, assim, na selva humana, despreocupado de tua habilitação à luz espiritual, ante o caminho eterno.
No penúltimo versículo do Novo Testamento, que é a Carta do Amor divino para a Humanidade, determinou o Senhor fosse gravada pelo apóstolo a sua promessa solene: - “Certamente, cedo venho.”.
Vale-te, pois, do tempo e não te faças tardio na preparação.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 10. Pg. 37. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
“Certamente cedo venho.”
(Apocalipse,2 2: 20.)
Quase sempre, enquanto a criatura humana respira na carne jovem, a atitude eu lhe caracteriza o coração para com a vida é a de uma criança que desconhece o valor do tempo.
Dias e noites são curtos para a internação em alegorias e aventuras fantasiosas. Engodos mil da ilusão efêmeras lhe obscurecem o olhar e as horas se esvaem num turbilhão de anseios inúteis.
Raras pessoas escapam de semelhante perda. Geralmente, contudo, quando a maturidade aparece e a alma já possui relativo grau de educação, o homem reajusta, apressado, a conceituação do dia.
A semana é reduzida para o que lhe cabe fazer.
Compreende que os mesmos serviços, na posição em que se encontra, se repetem a determinados meses do ano, perfeitamente recapitulados, qual ocorre às estações de frio e calor, floração e frutescência para a Natureza.
Agita-se, inquieta-se, desdobra-se, no afã de multiplicar as suas forças para enriquecer os minutos ou amplia-los, favorecendo as próprias energias.
E, comumente, ao termo da romagem, a morte do corpo surpreende-o nos ângulos da expectativa ou de entretenimento, sem que lhe seja dado recuperar os anos perdidos.
Não te embrenhes, assim, na selva humana, despreocupado de tua habilitação à luz espiritual, ante o caminho eterno.
No penúltimo versículo do Novo Testamento, que é a Carta do Amor divino para a Humanidade, determinou o Senhor fosse gravada pelo apóstolo a sua promessa solene: - “Certamente, cedo venho.”.
Vale-te, pois, do tempo e não te faças tardio na preparação.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 10. Pg. 37. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Sentimentos fraternos
10
“Quanto, porém, à caridade fraterna,
Não necessita de que vos escreva,
Visto que vós mesmos estais
Instruídos por Deus que vos ameis
uns aos outros.” – Paulo.
(I Tessalonicenses, 4:9.)
Forte contrassenso eu desorganiza a contribuição humana, no divino edifício do Cristianismo, é o impulso sectário que atormenta enormes fileiras de seus seguidores.
Mais reflexão, mais ouvidos ao ensinamento de Jesus e essas batalhas injustificáveis estariam para sempre apagadas.
Ainda hoje, com as manifestações do plano espiritual na renovação do mundo, a cada momento surgem grupos e personalidades, solicitando fórmulas do Além para que se integrem no campo da fraternidade pura.
Que esperam, entretanto, os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros?
Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia nos ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação de criticar. Instituições notáveis são conduzidas à perturbação e ao extermínio, em vista da ausência do auxílio mútuo, no terreno da compreensão, do trabalho e da boa vontade.
Falta de assistência? Não.
Toda obra honesta e generosa repercute nos planos mais altos, conquistando cooperadores abnegados.
Quando se verifica a invasão da desarmonia nos institutos do bem, que os agentes humanos acusem a si mesmos pela defecção nos compromissos assumidos ou pela indiferença ao ato de servir. E que ninguém peça ao Céu determinadas receitas de fraternidade, porque a fórmula sagrada e imutável permanece conosco no “amai-vos uns aos outros”.
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 10. Pg. 35. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)
“Quanto, porém, à caridade fraterna,
Não necessita de que vos escreva,
Visto que vós mesmos estais
Instruídos por Deus que vos ameis
uns aos outros.” – Paulo.
(I Tessalonicenses, 4:9.)
Forte contrassenso eu desorganiza a contribuição humana, no divino edifício do Cristianismo, é o impulso sectário que atormenta enormes fileiras de seus seguidores.
Mais reflexão, mais ouvidos ao ensinamento de Jesus e essas batalhas injustificáveis estariam para sempre apagadas.
Ainda hoje, com as manifestações do plano espiritual na renovação do mundo, a cada momento surgem grupos e personalidades, solicitando fórmulas do Além para que se integrem no campo da fraternidade pura.
Que esperam, entretanto, os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros?
Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia nos ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação de criticar. Instituições notáveis são conduzidas à perturbação e ao extermínio, em vista da ausência do auxílio mútuo, no terreno da compreensão, do trabalho e da boa vontade.
Falta de assistência? Não.
Toda obra honesta e generosa repercute nos planos mais altos, conquistando cooperadores abnegados.
Quando se verifica a invasão da desarmonia nos institutos do bem, que os agentes humanos acusem a si mesmos pela defecção nos compromissos assumidos ou pela indiferença ao ato de servir. E que ninguém peça ao Céu determinadas receitas de fraternidade, porque a fórmula sagrada e imutável permanece conosco no “amai-vos uns aos outros”.
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 10. Pg. 35. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Homens de fé
9
“Todo aquele, pois, que escuta estas
minhas palavras e as pratica,
assemelhá-lo-ei ao homem prudente
que edificou a sua casa sobre a
rocha” –Jesus.
(I Coríntios, 7:24.)
|
O
|
s grandes pregadores do Evangelho sempre foram
interpretados à conta de expressões máximas do Cristianismo, na galeria dos
tipos veneráveis da fé; entretanto, isso somente aconteceu, quando os
instrumentos da verdade, efetivamente, não olvidaram a vigilância indispensável
ao justo testemunho.
É interessante verificar
eu o Mestre destaca, entre todos os discípulos, aquele que lhe ouve os
ensinamentos e os pratica. Daí se conclui que os homens de fé não são aqueles
apenas palavrosos e entusiastas, mas os que são portadores igualmente da
atenção e da boa vontade, perante as lições de Jesus, examinando-lhes o
conteúdo espiritual para o trabalho de aplicação no esforço diário.
Reconforta-nos
assinalar que todas as criaturas em serviço no campo evangélico seguirão para
as maravilhas interiores da fé. Todavia, cabe-nos salientar, em todos os
tempos, o subido valor dos homens moderados que, registrando os ensinos e
avisos da Boa Nova, cuidam, desvelados, da solução de todos os problemas do dia
da ocasião. Sem permitir eu suas edificações individuais se processem, longe das
bases cristãs imprescindíveis.
Em todos os serviços, o
concurso da palavra é sagrado e indispensável, mas aprendiz algum deverá
esquecer o sublime valor do silêncio, a seu tempo, na hora superior do
aperfeiçoamento de si mesmo, a fim de que a ponderação se faça ouvida, dentro
da própria alma, norteando-lhe os destinos.
Mensagem extraída do
Livro
Pão Nosso [ditado
pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed.
– 9. Pg. 33. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011.
(Coleção Fonte Viva, 2)
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Estejamos contentes
9
“Tendo, porem, sustento e com que cobrimos, estejamos com isso
contentes.” – Paulo.
(I Timóteo, 6: 8.)
O Monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.
O proprietário da fabrica de tecidos não despenderá senão alguns metros de pano para a confecção de um costume, destinado ao próprio uso.
Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da vaidade, mas sim de conformidade com os princípios que regem a vida em seus fundamentos naturais.
Por que esperar o banquete, a fim de ofereceres algumas migalhas ao companheiro que passa faminto?
Por que reclamas um tesouro de moedas na retaguarda, para seres útil ao necessitados?
A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.
É sempre responsável o desejo de algo possuir no mealheiro para socorro do próximo ou de si mesmo, nos dias de borrasca e insegurança, entretanto, é deplorável a subordinação da prática do bem ao cofre recheado.
Descerra, antes de tudo, as portas de tua alma e deixa que o teu sentimento fulgure para todos, à maneira de um astro cujos raios iluminem, balsamizem, alimentem e aqueçam...
A chuva, derramando-se em gotas, fertiliza o solo e sustenta bilhões de vida.
Dividimos o pouco, e a insignificância da boa vontade, amparada pelo amor, se converterá com o tempo em prosperidade comum.
Algumas sementes, atendidas com carinho, no curso dos anos, podem dominar glebas imensas.
Estejamos alegres e auxiliemos a todos os eu nos partilham a marcha, porque, segundo a sabia palavra do apóstolo, se possuímos a graça de contar com o pão e com o agasalho para cada dia, cabe-nos a obrigação de viver e servir em paz e contentamento.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 9. Pg. 33. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
“Tendo, porem, sustento e com que cobrimos, estejamos com isso
contentes.” – Paulo.
(I Timóteo, 6: 8.)
O Monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.
O proprietário da fabrica de tecidos não despenderá senão alguns metros de pano para a confecção de um costume, destinado ao próprio uso.
Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da vaidade, mas sim de conformidade com os princípios que regem a vida em seus fundamentos naturais.
Por que esperar o banquete, a fim de ofereceres algumas migalhas ao companheiro que passa faminto?
Por que reclamas um tesouro de moedas na retaguarda, para seres útil ao necessitados?
A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.
É sempre responsável o desejo de algo possuir no mealheiro para socorro do próximo ou de si mesmo, nos dias de borrasca e insegurança, entretanto, é deplorável a subordinação da prática do bem ao cofre recheado.
Descerra, antes de tudo, as portas de tua alma e deixa que o teu sentimento fulgure para todos, à maneira de um astro cujos raios iluminem, balsamizem, alimentem e aqueçam...
A chuva, derramando-se em gotas, fertiliza o solo e sustenta bilhões de vida.
Dividimos o pouco, e a insignificância da boa vontade, amparada pelo amor, se converterá com o tempo em prosperidade comum.
Algumas sementes, atendidas com carinho, no curso dos anos, podem dominar glebas imensas.
Estejamos alegres e auxiliemos a todos os eu nos partilham a marcha, porque, segundo a sabia palavra do apóstolo, se possuímos a graça de contar com o pão e com o agasalho para cada dia, cabe-nos a obrigação de viver e servir em paz e contentamento.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 9. Pg. 33. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
domingo, 2 de novembro de 2014
Ansiedade
8
“Lançado sobre ele toda a vossa
Ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.”
(Pedro, 5:7.)
|
A
|
Invariavelmente, o
homem precipitado conta com todas as probabilidades contra si.
Opondo-se às
inquietações angustiosas, falam as lições de paciência da Natureza, em todos os
setores do caminho humano.
Se o homem nascesse
para andar ansioso, seria dizer que veio ao mundo, não na categoria de
trabalhador em tarefa santificante, mas por desesperado sem remissão.
Se a criatura
refletisse mais sensatamente reconheceria o conteúdo de serviço que os momentos
de cada dia lhe podem oferecer e saberia vigiar, com acentuado valor, os
patrimônios próprios.
Indubitável que as
paisagens se modificarão incessantemente, compelindo-nos a enfrentar surpresas
desagradáveis, decorrentes de nossa atividade inadequada, na alegria ou na dor;
contudo, representa impositivo da lei a nossa obrigação de prosseguir
diariamente, na direção do bem.
A ansiedade tentará
violentar corações generosos, porque as estradas terrenas desdobram muitos
ângulos obscuros e problemas de solução difícil; entretanto, não nos esqueçamos
da receita de Pedro.
Lança as inquietudes
sobre as suas esperanças em Nosso Pai Celestial, porque o Divino amor cogita do
bem-estar de todos nós.
Justo é desejar,
firmemente, a vitória da luz, buscar a paz com perseverança, disciplinar-se
para a união com os planos superiores, insistir por sintonizar-se com as
esferas mais altas. Não olvides, porém, que a ansiedade precede sempre a ação
de cair.
Mensagem extraída do
Livro
Pão Nosso [ditado
pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed.
– 8. Pg. 31. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira,
2011. (Coleção Fonte Viva, 2)
sábado, 1 de novembro de 2014
Obreiros atentos
8
“Aquele, porém, que bem para
A lei perfeita da liberdade e nisso
Persevera, não sendo ouvinte esquecido,
Mas fazedor da obra, esse tal será
Bem-aventurado em seus feitos.”
(Tiago, 1: 25.)
|
O
|
discípulo da Boa Nova, que realmente comunga
com o Mestre, antes de tudo compreende as obrigações que lhe estão afetas e
rende sincero culto à lei da liberdade, ciente de que ele mesmo recolherá nas
leiras do mundo o que houver semeado. Sabe que o juiz dará conta do tribunal, que
o administrador responderá pela mordomia e que o servo se fará responsabilizado
pelo trabalho que lhe foi conferido. E,
respeitando cada tarefeiro do progresso e da ordem, da luz e do bem, no lugar
que lhe é próprio, persevera no aproveitamento das possibilidades que recebeu
da Providencia Divina, atencioso para com as lições da verdade e aplicado às
boas obras de que se sente encarregado pelos poderes Superiores da Terra.
Caracterizando-se por
semelhante por semelhante atitude, o colaborador do cristo, seja estadista ou
varredor, está integrado com o dever que lhe cabe, na posição de agir e servir,
tão naturalmente quanto comunga com o oxigênio no ato de respirar.
Se dirige, não espera
que outros lhe recordem os empreendimentos que lhe competem. Se obedece, não
reclama instruções reiteradas, quanto às atribuições que lhe são deferidas na
disposição regimental dos trabalhos de qualquer natureza. Não exige que o
governo do seu distrito lhe mande adubar a horta, nem aguarda decretos para
instruir-se ou melhorar-se.
Fortalecendo a sua
própria liberdade de aprender, aprimorar-se e ajudar a todos, através da
inteira consagração aos nobres deveres que o mundo lhe confere, faz-se bem-aventurado
em todas as suas ações, que passam a produzir vantagens substanciais na prosperidade
e elevação da vida comum.
Semelhante seguidor do
Evangelho, de aprendiz do Mestre passa à categoria dos obreiros, penetrando em
glorioso silencio nas reservas sublimes do Celeste Apostolado.
Mensagem extraída do
Livro
Fonte Viva [ditado pelo
Espírito] Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 8.
Pg. 31. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção
Fonte Viva, 1)
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