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“Levantar-me-ei e irei ter com meu pai...
(Lucas, 15: 18.)
Quando o filho pródigo deliberou tornar aos braços paternos, resolveu intimamente levantar-se.]
Sair da cova escura da ociosidade para o campo da ação regeneradora.
Erguer-se do chão frio da inércia para o calor do movimento reconstrutivo.
Elevar-se do vale da indecisão para a montanha do serviço edificante.
Fugir à treva e penetrar a luz.
Ausentar-se da posição negativa e absorver-se na reestruturação dos próprios ideais.
Levantou-se e partiu no rumo do Lar Paterno.
Quantos de nós, porém, filhos pródigos da Vida, depois de estragarmos as mais valiosas oportunidades, clamamos pela assistência do Senhor, de acordo com os nossos desejos menos dignos, para que sejamos satisfeitos? Quantos de nós descemos, voluntariamente, ao abismo, e, lá dentro, atolados na sombria corrente de nossas paixões, exigimos que o Todo-Misericordioso se faça presente, ao nosso lado, através de seus divinos mensageiros, a fim de que os nossos caprichos sejam atendidos?
Se é verdade, no entanto, que nos achamos empenhados em nosso soerguimento, coloquemo-nos de pé e retiremo-nos da retaguarda que desejamos abandonar.
Aperfeiçoamento pede esforço.
Panorama dos cimos pede ascensão.
Se aspiramos ao clima da Vida superior, adiantemo-nos para frente, caminhando com os padrões de Jesus.
- Levantar-me-ei, disse o moço da parábola.
- Levantemo-nos, repitamos nós.
Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Cândido Xavier. – 36. ed. – 14. Pg. 43. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008. (Coleção Fonte Viva, 1)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Estações necessárias
13
“Arrependei-vos,
pois e convertei-vos,
Para que sejam
apagados os
Vossos pecados e
venham assim os
Tempos de
refrigério pela presença
do Senhor.”
(Atos, 3:19)
O s
crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa
em algumas precedências convencionais e que apenas com certa atividade externa
já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros
Divinos.
A
maioria dos católicos romanos pretende a
isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos
protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação
de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espíritas se crê na intimidade
de supremas revelações apenas pelo fato de haver frequentado algumas sessões.
Tudo
isso constitui preparação valiosa, mas não é tudo.
Há
um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário
da Verdade Divina.
A
palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação
essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o
Cristo. Há estações indispensáveis para a realização, porquanto ninguém
atingirá de vez a eterna claridade da culminância.
Antes
de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e
o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de
refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí chegado, habilitar-se-á para
a construção do Reino Divino em si mesmo.
Se,
realmente, já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que
te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deveres levar a efeito
para demanda a seguinte.
Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito
Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Cândido Xavier. – 29. ed. – 13. Pg. 41.
4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção
Fonte Viva, 2)
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