domingo, 26 de outubro de 2014

A semente



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“E, quando semeias, não semeias o
corpo que há de nascer, mas o simples
Grão de trigo ou de outra qualquer semente.” – Paulo.
(I Coríntios, 15:37.)
N    

 os serviços da Natureza, a semente reveste-se, aos nosso olhos, do sagrado papel de    sacerdotisa do Criador e da Vida.
                         Glorioso herdeira do poder divino, coopera na evolução do mundo e transmite silenciosa e sublime lição, tocada de valores infinitos, à criatura.
                         Exemplifica sabiamente a necessidade dos pontos de partida, as requisições justas do trabalho, os lugares próprios, os tempos adequados.
                         Há homens inquietos e insaciados que ainda não conseguiram compreendê-la. Exi gem as grandes obras de um dia para o outro, impõem medidas tirânicas pela força das ordenações ou das armas ou pretendem trair as leis profundas da Natureza; aceleram os processos da ambição, estabelecem domínios transitórios, alardeiam mentirosas conquistas, incham-se e caem, sem nenhuma edificação santificadora para si ou para outrem.
                         Saber começar constitui serviço muito importante.
                         No esforço redentor, é indispensável eu não se percam de vista as possibilidades pequeninas: um gesto, uma palestra, uma hora, uma frase pode representar semente gloriosas para edificações imortais. Imprescindível, pois, jamais despreza-las.

Mensagem extraída do Livro
Pão Nosso [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 29. ed. – 7. Pg. 29. 4ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2011. (Coleção Fonte Viva, 2)

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