sábado, 27 de setembro de 2014

Cada qual



4

“Ora há diversidade de dons, mas o
Espírito é o mesmo.” – Paulo.
(I Coríntios, 12: 4.)
E

m todos os lugares e posições, cada qual pode revelar qualidades divinas para a edificação de quantos com ele convivem.
                         Aprender e ensinar constituem tarefa de cada hora, para eu colaboremos no engrandecimento do tesouro comum de sabedoria e de amor.
                         Quem administra, mais frequentemente pode expressar a justiça e a magnanimidade.
                     Quem obedece, dispõe de recursos mais amplos para demonstrar o dever bem cumprido.
                         O rico, mais que os outros, pode multiplicar o trabalho e dividir as bênçãos.
                         O pobre, com mais largueza, pode amealhar a fortuna da esperança e da dignidade.
                         O fraco, sem maiores embaraços, pode mostrar-se humilde, em quaisquer ocasião.
                         O sábio, com dilatados cabedais, pode ajudar a todos, renovando o pensamento geral para o bem.
                         O aprendiz, com oportunidades multiplicadas, pode distribuir sempre a riqueza da boa vontade.
                         O são, comumente, pode projetar a caridade em todas as direções.
                         O doente, com mais segurança, pode plasmar as lições da paciência no ânimo geral.
                         Os dons diferem, a inteligência se caracteriza por diversos graus, o merecimento apresenta valores múltiplos, a capacidade é fruto do esforço de cada um, mas o Espírito divino que sustenta as criaturas é substancialmente o mesmo.
                     Todos somos suscetíveis de realizar muito, na esfera do trabalho em eu nos encontramos.
                         Reparar a posição em que te situas e atende aos imperativos do Infinito Bem. Coloca a Vontade divina acima de teus desejos, e a Vontade Divina te aprovará.

Mensagem extraída do Livro
Fonte Viva [ditado pelo] Espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Candido Xavier. – 36. ed. – 4. Pg. 23. 1ª reimpressão – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2008.

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